José de Mello Saúde atribui bolsa no valor de 12.500 euros

A José de Mello Saúde e a Fundação Amélia de Mello  atribuíram a Bolsa D. Manuel de Mello 2015 a jovem investigadora com projeto sobre a aplicação de ressonância magnética para prever a evolução dos doentes com trombose venosa cerebral . O trabalho vencedor “Análise multiparamétrica por Ressonância Magnética para predição da viabilidade tecidual e recanalização em doentes com Trombose Venosa Cerebral”, foi apresentado por Diana de Aguiar Dias de Sousa, médica interna de Neurologia do Hospital de Santa Maria e estudante de doutoramento da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

A José de Mello Saúde e a Fundação Amélia de Mello atribuem anualmente a Bolsa D. Manuel de Mello com o objectivo de contribuir para a investigação e progresso das Ciências da Saúde em Portugal. A Bolsa destina-se a premiar jovens médicos que desenvolvam projetos de investigação clínica, individualmente ou integrados em equipas, no âmbito das Unidades de Investigação e Desenvolvimento das faculdades de Medicina portuguesas.

Médica Interna de Neurologia do Hospital Santa Maria e estudante de doutoramento da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, para além de Investigadora do Instituto de Medicina Molecular (Unidade Neurológica de Investigação Clínica), Diana de Aguiar Dias de Sousa, de 29 anos, afirma que “a atribuição da Bolsa D. Manuel de Mello é essencial porque permitirá prosseguir e concluir o estudo já iniciado”.

Diana de Aguiar Dias de Sousa obteve uma das melhores classificações do respetivo curso da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. No último ano do internato de Neurologia do Hospital de Santa Maria, é ainda aluna de doutoramento da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e investigadora do Instituto de Medicina Molecular.

O trabalho premiado entre cerca de 30 candidaturas, pretende “determinar formas de prever a evolução dos doentes com Trombose Venosa Cerebral através da aplicação de protocolos específicos de ressonância magnética cerebral.”

A Trombose Venosa Cerebral é uma forma menos frequente de AVC mas que, ainda assim, tem uma incidência nos países ocidentais semelhante à da Meningite bacteriana. No entanto, é especialmente relevante do ponto de vista de saúde pública uma vez que, ao contrário de outros tipos de AVC, afeta mais frequentemente crianças e adultos jovens, particularmente mulheres.

 

 

 

02-02-2016